Traduzir “o que ainda não compreendo.” Um diálogo com Provincializing Europe

Manuela Ribeiro Sanches

 

Resumo:

Propõe-se uma abordagem a Provincializing Europe, a partir da prática da tradução, conceito também central na referida obra, para se assinalar o modo com essa prática e esse conceito podem constituir um ponto de partida para uma leitura empática das “ambiguidades” que atravessam o texto, salientando-se o modo como este oscila e dialoga com tanto com os universais, herdados do legado iluminista, como com a particularidade dos mundos locais, ambos transfigurados, enriquecidos, por essa justaposição. Num segundo momento, ensaiam-se algumas breves notas contrapontísticas, com base seja na correspondência entre Chakrabarty e Amitav Ghosh, seja em algumas reflexões propostas por Siegfried Kracauer em History. The Last Things before the Last.

Palavras-chave:

Tradução; diálogo; Luzes e pós-colonialidade; universais e particulares.

Referência para citação:

Manuela Ribeiro Sanches. “Traduzir «o que ainda não compreendo.» Um diálogo com Provincializing EuropePráticas da História, Journal on Theory, Historiography and Uses of the Past, n.º 11 (2020): 125-141.

 


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< Práticas da História, nº 11 (2020)